temo o que agora se desfaz

Ela abandonou o único porto seguro porque os braços não aguentavam mais manter a ponte erguida. Já não valia a pena continuar em batalha. A armadura já não lhe servia mais. O peso do escudo a obrigava a cogitar se uma ferida doeria menos. 

A dona moça amava tudo isso. A segurança do castelo, a proteção da armadura. Precisava desse universo feito de palavras. Mas manter esse mundo em pé exigia pelo menos o mínimo de reflexão. O tempo passa. As obrigações se acumulam. Pensar sobre a vida dói. A dormência é melhor. Deixa ela arrumar desculpas... Deixa estar...